A ideia nasce, cresce, multiplica-se, mas nunca morre.
Todas as fotografias publicadas são da minha autoria.
GHJK

29 junho 2011

quanto tempo?

Quanto tempo será preciso para que os teus sonhos se realizem? E quanto tempo depois disso será necessário para que entendas que onde quer que estejas o passado estará contigo? De quanto tempo irás precisar para voltar a casa? Não demorarás a entender que fugir não adianta; vás onde fores, vais sempre inteira, não deixas partes de ti para trás e, se deixares, elas servem apenas para te indicarem o caminho de volta, tal como pequenas pedras numa floresta densa.

22 março 2011

Desculpem, mas tem que ser.

Hoje o tema é: política.

Só tenho que dizer que tenho pena de um país que vive à custa de cartões de crédito, faz uma vida muito melhor que aquela que pode fazer e queixa-se quando chega a hora de pagar.
No fundo, os portugueses são um grande bando de caloteiros!

Temos pena, está dito!

20 março 2011

Tenho medo da apatia

Ficar calado, quando involuntariamente, é das reacções mais assustadoras. Pior que ter algo entalado na garganta e preso no peito é ter o peito cheio de coisa nenhuma para dizer.

18 março 2011

Quero viver em Marte!

No planeta Marte o céu é cor-de-rosa. Haverá coisa melhor?

17 março 2011

A ti, blogue.

Não, não te abandonei, ando apenas por outros intervalos de tempo, a fingir-me ocupada.
Um dia destes (mas hoje não é o dia) volto em força às divagações a que te habituei.

A ti, frágil e indefeso depósito de melodramas e coisas piores; a ti, querido blogue!

24 janeiro 2011

Há dias assim

... que nos deixam sós, a alma vazia, a mágoa na voz.

(Filipa Azevedo - Eurovisão 2010)

19 dezembro 2010

Obicham te

10 dezembro 2010

Natal: o bicho!

Que raio de coisa é esta do espírito natalício?
É tão cliché e sabe tão bem que dói.
É tão bom o cheirinho do café caseiro quentinho e das broas, que não sendo especialmente natalícias, me lembram sempre esta época do ano! Pinheiros artificiais, presentes e reuniões familiares são todos muito bonitos, mas o Natal... é outra coisa!
Esta manhã, no metro, uma senhora pedia dinheiro e quando a vi, de lenço na cabeça, debruçada sobre mim, vi nela a minha avó. Não que alguma vez a minha avó tenha mendigado, mas aquele lenço sobre a cabeça foi-me tão familiar... Não sei como segurei as lágrimas, estavam tão pesadas. Doeu-me quase fisicamente. Quase não, doeu mesmo. E a senhora lá se foi, sem uma única moedinha a mal dizer a sua vida...
E, digam o que quiserem, isto dói por ser Natal. Já ajudei mais causas humanitárias estes dias que o resto do ano inteiro (shame on me)... Não entendo porque raio o Natal tem este efeito. Cliché ou não, os resultados verificam-se!
Ai Natal Natal, a quanto obrigas.

09 dezembro 2010

Não sei... e ainda bem!

Não sabes o que o amanhã traz: se vais amar, ser amada, ser feliz.
Não sabes nem sonhas quantas pessoas se cruzarão contigo e quantas ficarão para sempre.
Não sabes quantas das que pensas eternas se vão embora, já amanhã.
Não imaginas quanto tempo tens, quanto deitarás fora; muito menos o que vais deixar por fazer.
Não sabes o quanto te arrependerás disso!

Mas sabes que mais?
Eu também não! Ninguém sabe, e ainda bem!

Se soubéssemos podíamos ir embora, já hoje.

21 novembro 2010

...e ele esperou por ela, para sempre.