O que dizes agora soa a triste e a vazio. A mim, revolta-me o espírito e, às vezes, mais cansada de não te conhecer, assalta-me o tédio e enche-se-me a alma como uma bolha que cresce e cresce e cresce até tomar conta de mim.
E, ainda assim, embalada por tudo aquilo que de ti não sei, não surje o sono e os olhos teimam em ficar abertos à procura, numa esperança vã, de um dia, quem sabe, encontrar um ponto de luz nos teus. E aí, talvez, se façam vivas as palavras, se encham de significado e sejam felizes.

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